30 de agosto de 2013

Papa Francisco na JMJ Rio2013: CERIMÔNIA DE BOAS-VINDAS NO PALÁCIO DA GUANABARA

1.   CERIMÔNIA DE BOAS-VINDAS NO PALÁCIO DA GUANABARA
Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

Senhora Presidenta,
Ilustres Autoridades,
Irmãos e amigos!
Quis Deus na sua amorosa providência que a primeira viagem internacional do meu Pontificado me consentisse voltar à amada América Latina, precisamente ao Brasil, nação que se gloria de seus sólidos laços com a Sé Apostólica e dos profundos sentimentos de fé e amizade que sempre a uniram de modo singular ao Sucessor de Pedro. Dou graças a Deus pela sua benignidade.
Aprendi que para ter acesso ao Povo Brasileiro, é preciso ingressar pelo portal do seu imenso coração; por isso permitam-me que nesta hora eu possa bater delicadamente a esta porta. Peço licença para entrar e transcorrer esta semana com vocês. Não tenho ouro nem prata, mas trago o que de mais precioso me foi dado: Jesus Cristo! Venho em seu Nome, para alimentar a chama de amor fraterno que arde em cada coração; e desejo que chegue a todos e a cada um a minha saudação: “A paz de Cristo esteja com vocês!”
Saúdo com deferência a Senhora Presidenta e os ilustres membros do seu Governo. Obrigado pelo seu generoso acolhimento e por suas palavras que externaram a alegria dos brasileiros pela minha presença em sua Pátria. Cumprimento também o Senhor Governador deste Estado, que amavelmente nos recebe na Sede do Governo, e o Senhor Prefeito do Rio de Janeiro, bem como os Membros do Corpo Diplomático acreditado junto ao Governo Brasileiro, as demais Autoridades presentes e todos quantos se prodigalizaram para tornar realidade esta minha visita.
Quero dirigir uma palavra de afeto aos meus irmãos no Episcopado, sobre quem pousa a tarefa de guiar o Rebanho de Deus neste imenso País, e às suas amadas Igrejas Particulares. Esta minha visita outra coisa não quer senão continuar a missão pastoral própria do Bispo de Roma de confirmar os seus irmãos na Fé em Cristo, de animá-los a testemunhar as razões da Esperança que d’Ele vem e de incentivá-los a oferecer a todos as inesgotáveis riquezas do seu Amor.
O motivo principal da minha presença no Brasil, como é sabido, transcende as suas fronteiras. Vim para a Jornada Mundial da Juventude. Vim para encontrar os jovens que vieram de todo o mundo, atraídos pelos braços abertos do Cristo Redentor. Eles querem agasalhar-se no seu abraço para, junto de seu Coração, ouvir de novo o seu potente e claro chamado: “Ide e fazei discípulos entre todas as nações”.
Estes jovens provêm dos diversos continentes, falam línguas diferentes, são portadores de variegadas culturas e, todavia, em Cristo encontram as respostas para suas mais altas e comuns aspirações e podem saciar a fome de verdade límpida e de amor autêntico que os irmanem para além de toda diversidade.
Cristo abre espaço para eles, pois sabe que energia alguma pode ser mais potente que aquela que se desprende do coração dos jovens quando conquistados pela experiência da sua amizade. Cristo “bota fé” nos jovens e confia-lhes o futuro de sua própria causa: “Ide, fazei discípulos”. Ide para além das fronteiras do que é humanamente possível e criem um mundo de irmãos. Também os jovens “botam fé” em Cristo. Eles não têm medo de arriscar a única vida que possuem porque sabem que não serão desiludidos.
Ao iniciar esta minha visita ao Brasil, tenho consciência de que, ao dirigir-me aos jovens, falarei às suas famílias, às suas comunidades eclesiais e nacionais de origem, às sociedades nas quais estão inseridos, aos homens e às mulheres dos quais, em grande medida, depende o futuro destas novas gerações.
Os pais usam dizer por aqui: “os filhos são a menina dos nossos olhos”. Que bela expressão da sabedoria brasileira que aplica aos jovens a imagem da pupila dos olhos, janela pela qual entra a luz regalando-nos o milagre da visão! O que vai ser de nós, se não tomarmos conta dos nossos olhos? Como haveremos de seguir em frente? O meu auspício é que, nesta semana, cada um de nós se deixe interpelar por esta desafiadora pergunta.
E atenção! A juventude é a janela pela qual o futuro entra no mundo. É a janela e, por isso, nos impõe grandes desafios. A nossa geração se demonstrará à altura da promessa contida em cada jovem quando souber abrir-lhe espaço. Isso significa: tutelar as condições materiais e imateriais para o seu pleno desenvolvimento; oferecer a ele fundamentos sólidos, sobre os quais construir a vida; garantir-lhe segurança e educação para que se torne aquilo que ele pode ser; transmitir-lhe valores duradouros pelos quais a vida mereça ser vivida, assegurar-lhe um horizonte transcendente que responda à sede de felicidade autêntica, suscitando nele a criatividade do bem; entregar-lhe a herança de um mundo que corresponda à medida da vida humana; despertar nele as melhores potencialidades para que seja sujeito do próprio amanhã e corresponsável do destino de todos. Com essas atitudes precedemos hoje o futuro que entra pela janela dos jovens.

Concluindo, peço a todos a delicadeza da atenção e, se possível, a necessária empatia para estabelecer um diálogo de amigos. Nesta hora, os braços do Papa se alargam para abraçar a inteira nação brasileira, na sua complexa riqueza humana, cultural e religiosa. Desde a Amazônia até os pampas, dos sertões até o Pantanal, dos vilarejos até as metrópoles, ninguém se sinta excluído do afeto do Papa. Depois de amanhã, se Deus quiser, tenho em mente recordar-lhes todos a Nossa Senhora Aparecida, invocando sua proteção materna sobre seus lares e famílias. Desde já a todos abençoo. Obrigado pelo acolhimento!


29 de agosto de 2013

Papa Francisco na JMJ Rio2013: ENCONTRO COM OS JORNALISTAS DURANTE O VÔO PAPAL

A partir de agora irei postar na íntegra todos os discursos e homilias feitas durante a ocasião da Jornada Mundial da Juventude 2013 no Rio de Janaeiro. Mostrando-nos todas as qualidades que um servo de Deus pode ter, através de pequenos e mais simples gestos.
1.      ENCONTRO COM OS JORNALISTAS DURANTE O VÔO PAPAL
Segunda-feira, 22 de Julho de 2013

Padre Lombardi
Santo Padre Francisco, bem-vindo ao meio desta comunidade voadora de jornalistas, operadores das comunicações. Sentimos grande emoção pela possibilidade de acompanhá-lo em sua primeira viagem intercontinental, internacional, depois da comovedora deslocação a Lampedusa! Além do mais, é a primeira viagem ao seu Continente, ao “fim do mundo”. É uma viagem na companhia dos jovens; por isso, suscita um grande interesse. Como pode ver, ocupamos todos os lugares disponíveis para os jornalistas neste voo. Somos mais de 70 pessoas, obedecendo a composição do grupo a critérios de grande variedade, ou seja, temos representantes das televisões – tanto repórteres como operadores de câmara –, os representantes da imprensa escrita, das agências de notícias, da rádio, operadores de internet... Praticamente estão representados, e de forma qualificada, todos os mass-media. E estão representadas também as culturas, as diferentes línguas. Temos, neste voo, um bom grupo de italianos, em seguida aparecem naturalmente os brasileiros que vieram inclusive do Brasil para voar junto com o Santo Padre: há dez brasileiros que vieram de propósito para isso. Depois temos dez dos Estados Unidos da América, nove da França, seis da Espanha; depois há ingleses, mexicanos, alemães; também o Japão, a Argentina – naturalmente –, a Polônia, Portugal e a Rússia estão representados. Trata-se, portanto, de uma comunidade muito diversificada. Muitos dos que aqui estão acompanham, frequentemente, as viagens do Papa fora da Itália, ou seja, já não estão em sua primeira experiência, antes, alguns são muito navegados, conhecem essas viagens muito melhor do que o Santo Padre. Diversamente, outros estão aqui pela primeira vez, porque – como os brasileiros, por exemplo – acompanham especificamente esta viagem. Assim, decidimos dar-lhe as boas-vindas a este grupo pela voz também de um de nós, ou melhor, uma de nós, que foi escolhida – acho que sem problemas particulares de concorrência – porque é, certamente, a pessoa que fez mais viagens ao estrangeiro com o Santo Padre: está em disputa com o Doutor Gasbarri inclusive pelo número das viagens realizadas. Além disso é uma pessoa que vem do seu Continente e, por conseguinte, pode falar-lhe em espanhol, na sua língua; e é – para além do mais – uma pessoa mulher, sendo justo que lhe demos a palavra. Então dou imediatamente a palavra a Valentina Alazraki, que é a correspondente de Televisa, há muitos anos – mas permanece sempre juvenil, como o Santo Padre vê –, sentindo-nos contentes por a termos conosco mais não fosse porque algumas semanas atrás partiu um pé e por isso temíamos que não pudesse vir. Mas não, ajustou-o a tempo, tirou o gesso há dois ou três dias e agora já está no avião. Portanto será ela que interpreta os sentimentos desta comunidade voadora para com o Santo Padre.
Valentina Alazraki:
Papa Francisco, bom dia! O único mérito que possuo para ter o privilégio de dar-lhe as boas-vindas é o elevado número de horas de voo. Participei no primeiro voo de João Paulo II ao México, o meu país. Então era a mascote; agora, 34 anos e meio depois, sou a decana! Por isso tenho o privilégio de dar-lhe as boas-vindas. Sabemos, pelos seus amigos e colaboradores na Argentina, que os jornalistas não são propriamente “santos da sua devoção”. Talvez tenha pensado que o Padre Lombardi o trouxe à cova dos leões... A verdade, porém, é que não somos assim tão ferozes, e temos um grande prazer em poder ser seus companheiros de viagem. Gostaríamos que o Santo Padre nos visse assim, como companheiros de viagem, nesta e em muitas outras ainda. Obviamente somos jornalistas, e se hoje, amanhã ou nos dias seguintes quiser responder a perguntas, não vamos dizer que não, porque somos jornalistas. Vimos que confiou esta sua viagem a Maria, tendo ido a Santa Maria Maior e vai ir a Aparecida; pensei oferecer-lhe um pequeno presente, uma pequeníssima Virgem peregrina para que O acompanhe nesta peregrinação e muitas mais. Por coincidência, trata-se da Virgem de Guadalupe; ofereço-a não pelo fato de ser a Rainha do México, mas porque é a Padroeira da América, pelo que nenhum Virgem Maria se ressentirá: nem a da Argentina, nem a de Aparecida, nem qualquer outra. Eu lha ofereço com imenso carinho da parte de todos nós e com a esperança de que proteja o Santo Padre nesta viagem e em muitas outras ainda.
Padre Lombardi:
E agora demos a palavra ao Santo Padre, naturalmente para que nos diga pelo menos algumas palavras introdutórias a esta viagem.
Papa Francisco:
Bom dia! Bom dia a vocês todos! Disseram – eu ouvi –coisas um bocado estranhas: “Que vocês não são santos da minha devoção”, “que aqui eu estou no meio dos leões...”, ainda bem que não são muito ferozes! Obrigado! Verdadeiramente eu não dou entrevistas, mas é porque não sei, não consigo. Sou assim! Sinto um pouco de dificuldade em fazê-lo, mas agradeço a companhia. Esta primeira viagem tem em vista encontrar os jovens, mas não isolados da sua vida; eu quereria encontrá-los precisamente no tecido social, em sociedade. Porque, quando isolamos os jovens, praticamos uma injustiça: despojamo-los da sua pertença. Os jovens têm uma pertença: pertença a uma família, a uma pátria, a uma cultura, a uma fé… Eles têm uma pertença, e não devemos isolá-los! Sobretudo não devemos isolá-los inteiramente da sociedade! Eles são verdadeiramente o futuro de um povo! Isto é verdade; mas não o são somente eles: eles são o futuro, porque têm a força, são jovens, continuarão para diante. Mas também, no outro extremo da vida, os idosos são o futuro de um povo. Um povo tem futuro se vai em frente com ambos os pontos: com os jovens, com a força, porque o levam para diante; e com os idosos, porque são eles que oferecem a sabedoria da vida. E muitas vezes penso que fazemos uma injustiça aos idosos, pondo-os de lado como se eles não tivessem nada para nos dar; eles têm a sabedoria, a sabedoria da vida, a sabedoria da história, a sabedoria da pátria, a sabedoria da família. E nós precisamos disto! Por isso, digo que vou encontrar os jovens, mas no seu tecido social, principalmente com os idosos. É verdade que a crise mundial não gera coisas boas para os jovens. Li, na semana passada, a percentagem dos jovens desempregados; pensem que corremos o risco de ter uma geração que não encontrou trabalho, e é o trabalho que confere à pessoa a dignidade de ganhar o seu pão. Os jovens, neste momento, sofrem a crise. Aos poucos fomo-nos acostumando a esta cultura do descarte: com os idosos, sucede demasiadas vezes; mas agora acontece também com inúmeros jovens sem trabalho. Também a eles chega a cultura do descarte. Temos de acabar com esse hábito de descartar. Ao contrário, cultura da inclusão, cultura do encontro, fazer um esforço para integrar a todos na sociedade. Isto é de certo modo o sentido que eu quero dar a esta visita aos jovens, aos jovens na sociedade.
Agradeço-vos imenso, caríssimos, “santos de não devoção” e “leões não muito ferozes”. Muito obrigado, muito obrigado mesmo! E eu gostava de lhes saudar a cada um. Obrigado!
Padre Lombardi:
Muito obrigado, Santo Padre, por esta introdução tão expressiva. E agora vem todos saudá-lo: passam por aqui, desse modo podem vir e cada um pode conhecê-lo, Santidade, apresentar-se; cada um diga de que mídia é, de que televisão ou jornal vem. Assim o Papa o saúda e conhece…
Papa Francisco:
Temos dez horas... [Um a um, os jornalistas encontram o Santo Padre]
Padre Lombardi:
Acabaram realmente de vir todos? Sim? Ótimo! Agradecemos verdadeiramente de coração ao Papa Francisco porque foi – julgo eu – para todos nós um momento inesquecível e penso que constituiu uma bela introdução a esta viagem. Acho que o Santo Padre conquistou pelo menos um pouco do coração destes “leões”, de modo que, durante a viagem, possam ser seus colaboradores, isto é, compreendam a sua mensagem e a difundam com grande eficácia. Obrigado, Santidade!
Papa Francisco:

Agradeço-lhes de verdade e peço-lhes para ajudar-me e colaborar, nesta viagem, para o bem, para o bem; o bem da sociedade: o bem dos jovens e o bem dos idosos; ambos juntos, não o esqueçam! E eu fico um pouco como o profeta Daniel: um pouco triste, porque vi que os leões não eram muito ferozes! Obrigado, muito obrigado! Um abraço a todos! Obrigado!

Interesses sociais ou partidários???



Fiz questão de postar este vídeo no youtube para que possamos analisar os fatos. Quem realmente está interessado em lutar pelas causas que realmente acham justas ou quem em seu oportunismo mostra-se preocupado em defender as cores de seu partido?
Culpas e responsabilidades cada um tem as suas, portanto precisamos sempre ter de fato uma preocupação em defender o social, o justo, o correto, para não cairmos em uma situação no mais alto grau do ridículo.
Quando o Vereador "Sergio Barbudo" justificava sua posição nas manifestações em plena tribuna no dia 23 de agosto de 2013, acusando o Sintepp de "violento", "baderneiro", "depredador", entre outras "qualidades" cai em uma situação meramente constrangedora, na qual não sabe o porque das manifestações. Um trecho em que ele se encontra em mal lençóis diz assim:"os últimos 4 governos o povo foi pra rua, foi pra rua tomou postura até agressiva, de invadi a prefeitura e se  alojar na prefeitura. Agora acontece o seguinte, a manifestação que eu participei, foi uma manifestação pacífica, ordeira, que não se jogou pedras em hospital, não se quebrou nada, não se ofendeu ninguém, apenas se reivindicou algo extremamente necessário que chama-se : qual foi o que reivindicamos aí? fala.....??????????????????"
Percebam a falta de informação que existe em um vereador que se diz lutar pelo povo. Certamente a base peemedebistas esqueceu de passar para ele a pauta de reivindicações. Mas não é de se estranhar tal situação quando sabemos quais são as pessoas que realmente se interessam pelo bem estar de nossa comunidade.
Fica o alerta, quando aparecer um tal vereador pelo meio do povo, não se iludam eles podem estar pensando que ali está acontecendo um comício e usa do oportunismo para se engrandecer visando as próximas eleições.
Só para esclarecimento, mesmo sabendo que não é necessário, eu participo do sintepp desde outubro de 2006 no qual entrei participando da greve naquela época e de lá até nos dias atuais nunca, vejam bem, nunca precisamos jogar pedra em lugar algum, quebrar nada, agredir ninguém, mesmo quando fomos duramente oprimidos pelo governo tinô dos santos (pmdb), não fizemos isso e olhem que foram duras batalhas que enfrentamos durante um dos piores governos que, no meu ponto de vista, passou por Maracanã. E além de tudo, fomos acusados, pelo mesmo vereador do vídeo, de sermos os culpados por todas as falcatruas do nosso município.
Sejamos sensatos e acima de tudo justos!!!

28 de agosto de 2013

Feira vocacional da UEPA em Belém

Em Belém, Feira Vocacional orienta estudantes nesta quinta
Estudantes, pais e professores poderão participar do evento que apresenta e informa sobre os cursos ofertados pela Uepa nos Processos Seletivos 2014. A programação acontecerá no ginásio do Campus II, no bairro do Marco, das 9h às 17h.


A Universidade do Estado do Pará (Uepa) realiza, na próxima quinta-feira, 29, mais uma edição da Feira Vocacional. O evento tem como objetivo informar, divulgar e orientar alunos, pais e professores, sobre os cursos ofertados na Universidade. A programação acontecerá no ginásio do Centro de Ciências Biológicas e Saúde (CCBS), localizado na travessa Perebebuí, no bairro do Marco, das 9h às 17h.

A Feira Vocacional da Uepa acontece há dez anos e é coordenada pela Diretoria de Acesso e Avaliação (DAA) da Universidade. Este ano, o evento conta com 26 estandes organizados por alunos e professores. A proposta é não somente informar, mas também auxiliar os estudantes na escolha do curso para uma carreira profissional.

A coordenação está esperando, em média, um público de cinco mil visitantes, entre pais de estudantes, estudantes e professores. A programação do evento conta com palestras, apresentação cultural, distribuição de folders, vídeos, atividades técnicas e, a atividade mais procurada: o teste vocacional.

Os Campi localizados nos 15 municípios do estado, onde a Uepa tem sede, também oferecem programação. No Campus VII, localizado em Conceição do Araguaia, o evento segue até amanhã, 28. Já em Santarém, a programação está prevista para acontecer no próximo dia 30.

Fonte: http://www.uepa.br/portal/ascom/ler_detalhe.php?id_noticia=1862434

20 de agosto de 2013

Do blog do ícaro gomes..."Movimento social por uma Maracanã melhor"

Nova manifestação na quarta-feira em Maracanã


Após a realização de duas manifestações na sede do município de Maracanã reivindicando uma solução para o pagamento do abono do Pasep - devido a não informação correta pela prefeitura do município - o movimento mantido por servidores públicos, jovens e cidadãos preocupados com o acúmulo de problemas em diversas áreas públicas, resolveu organizar as ações a partir de quarta-feira (21.08.13), quando fará a terceira manifestação ampliando a pauta: pagamento imediato do abono do Pasep, eleição para o conselho de acompanhamento e controle do Fundeb, médicos para o Hospital da cidade e postos de saúde, salários e décimo terceiro atrasado e com recursos disponíveis em contas da prefeitura desde o ano passado por ordem judicial.
Os coordenadores que reuniram ontem decidiram que o movimento não pode ter ligações partidárias e batizaram como "MOVIMENTO SOCIAL POR UMA MARACANÃ MELHOR". A nova manifestação tem concentração marcada para às 10 horas da quarta-feira (21) na praça de São Benedito.


Veja o que postou uma das lideranças do movimento em seu perfil no Facebook

Soninha Emim
Acabando de chegar de uma reunião com a comissão de nosso Movimento, q agora tem nome Movimento Social Por uma Maracanã Melhor!
Quero deixar BEM CLARO, que nosso Movimento, não tem NADA A VER com POLÍTICA PARTIDÁRIA.
E nosso GRANDE OBJETIVO é LUTAR para pelo BEM ESTAR de uma MAIORIA, bem como FAZER VALER nossa CIDADANIA!!!
Um grande abraço a todos!
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2 comentários:

  1. Sem represália é Maracanã de cara limpa.Por uma Maracanã mais decente.
    Responder
  2. esse movimento é sim senhor muito político , não tem essa soninha emin de d dizer que não é político.

     O QUE PENSO A RESPEITO
    No meu ponto de vista, sempre há jogos políticos, porém, jogos políticos precisam partir de pessoas que realmente se importam com o bem estar da sociedade, e nesse caso o senhor Icaro Gomes como assim é chamado, não tem nada de preocupação, pois já teve a oportunidade de mostrar isso e não o fez, com isso ele nos mostra que está preocupado com jogos politiqueiro eleitoreiro e partidário.
    Precisamos ir as ruas sim, protestar, questionar, pedir mais respeito, sobretudo, impedir que novamente políticos corruptos voltem pra querer nos governar, e também o governo que aí está olhe com carinho e faça o mais rápido possível a tão sonhada mudança, que tanto o nosso povo almeja. Vejo que o senhor Icaro Gomes e o ex-prefeito tinô dos santos nos devem muitas explicações e devemos cobrar isso também, principalmente quando aqui, em nossa cidade, eles chegarem a fins de pedir novamente votos. Não devemos nos calar para governo nenhum, e muito menos esquecer do que já passamos, para que assim não voltemos para os mesmos sofrimentos, e não sermos tratados como pelegos.
    Estou indo às ruas pelas causas, que para mim são justas, mas não me juntarei a algumas pessoas oportunistas, que usam das outras para obter ganhos.
    É ridículo para este blogueiro pedir uma Maracanã melhor, se foi um dos principais MALFEITORES de nossa cidade.



     

16 de agosto de 2013

Relatos dos rondonistas em Maracanã.



 Projeto Rondon: uma sala de aula com milhões de metros quadrados

A cidade de Maracanã, no Pará, contou com um brilho especial durante os dias em que os integrantes do Projeto Rondon estiveram no local. Não somente os habitantes daquele município, mas os próprios rondonistas retornaram com esta luz na última semana. Foi consequência de um aprendizado mútuo e de muito trabalho com bons resultados.

 

“Pessoas que vêm de longe, sem medo, entendendo a nossa realidade e tentando nos ajudar, que nunca esqueçam de nós, vocês são incríveis”
. Este foi o relato de um dos moradores daquele local, que pode expressar o quanto as ações realizadas em conjunto pela equipe da URI/FW e da UFSC foram produtivas. 

 
A experiência de ser Rondonista é algo único, uma vivência inexplicável.Ver as crianças olhando para você com um jeito doce e cativante, foi realmente algo que já fez valer e muito o meu trabalho (Leidiane Bandeira)

Uma das professoras que acompanhou os acadêmicos no projeto, Tânia Mara Minetto, que é coordenadora do curso de Serviço Social da URI, contou que este foi realmente um grande objetivo de todo o grupo, conhecer primeiro aquela realidade, para poder falar e agir de acordo com o que aqueles habitantes esperavam. 

“O Rondon além de ser um projeto para levar informações às comunidades que apresentam necessidades de maior desenvolvimento é um meio para que o aluno possa descobrir e se apoderar dos seus próprios conhecimentos”, afirmou a professora, destacando ainda a qualidade das ações desenvolvidas pelos acadêmicos, que muitas vezes precisavam improvisar, mas mesmo assim, realizaram as tarefas com alegria, mesmo abaixo de chuva. 

Todas as oficinas foram trabalhadas interdisciplinarmente, independente da área, os rondonistas foram muito solidários nos trabalhos. A operação foi um sucesso, pois os acadêmicos foram comprometidos com o projeto, sempre na perspectiva de um trabalho em equipe. Não foi um trabalho pontual, eles deixaram plantadas raízes para que possa ter uma continuidade”, disse Tânia. A professora ressaltou também, que os alunos se colocaram à disposição para continuar prestando assessorias e auxiliando nas mais diferentes áreas, mesmo que à distância. 

 
A primeira oficina que fiz foi sobre depressão. A comunidade participou e contribuiu com  relatos de vida

Elis Regina Boita, professora do curso de Nutrição, que também acompanhou os alunos, falou sobre sua percepção acerca do projeto desenvolvido no Pará. “Experiência única que certamente marcou para sempre nossas vidas. Pessoas simples, sem muitos bens materiais, no entanto, nobres e riquíssimas de pureza, de humildade, de solidariedade e de uma sabedoria que livro nenhum nunca nos ensinará, pois são lições de vida e cultura de um povo simples, mas muito hospitaleiro”.

 

Oficinas Ministradas

Dentre as oficinas realizadas pelos rondonistas em Maracanã estão: construção de uma cartilha de prevenção de drogas, orientações sobre bom atendimento para funcionários públicos, formulação de planos de negócios junto aos empresários a fim de fomentar o turismo, orientações sobre saneamento básico, confecção e orientações para manter uma horta comunitária, importância do cuidado com a água, limpeza de um rio local e campanha para manutenção

Depoimentos dos Rondonistas

“Para mim foi uma experiência única, a modo de poder aprender muito mais sobre costumes, modos de vida e de pensar diferentes, do que ensinar a teoria que temos na universidade, é uma lição que será lembrada para toda vida, a lição de que é possível ajudar muito com tão pouco” - Gustavo Pacheco. 


Gustavo Pacheco foi eleito, em Maracanã, como o Rondonista Destaquerecebendo um troféu simbolizando sua participação de maneira dedicada e solícita.

“Impossível esquecer o que lá foi realizado, os trabalhos, as pessoas, as diferenças de nossa região! Em uma palavra ‘Magnifico’”.  - Geverton Marion 

“Participar do Rondon é um projeto de alicerce de vida, algo maravilhoso o qual coloca os estudantes no papel de professor, onde se vê a importância de que a educação tem na vida de cada um, o Rondon nos fornece muitos conhecimentos, como aluno é uma oportunidade única. A sensação que o Rondon nos proporciona é uma sensação de arrepio, a cada conhecimento novo, a cada pergunta que nos fazem, a cada fala, a  oportunidade de ver nos olhos das pessoas a vontade de aprender algo novo, todos atentos a cada fala com sede de conhecimento, além de poder colocar em prática o que já se sabe na teoria” - Kélvem Miguel Duarte

“O Projeto Rondon me proporcionou uma experiência de vida muito marcante. Com certeza aprendi muito mais  com as pessoas que participavam de minhas oficinas! Cada palavra ficou gravada em minha memória” - Leidiane Bandeira

"É incrível ver a alegria estampada no rosto de cada idoso de Maracanã, a todo o momento nos esperavam com abraços apertados e palavras carinhosas. Ao mesmo tempo, víamos a necessidade de um trabalho mais prolongado, pois a falta de informação ainda é uma barreira a ser vencida. Levar a cultura gaúcha para Maracanã-PA foi fantástico, simplesmente encantador ver crianças experimentando o nosso chimarrão e questionando a nossa maneira de viver, espantados com essa diversidade cultural. Uma experiência com certeza inesquecível." - Aline E. Scheuermann 

"O Projeto Rondon, pra mim, foi muito além de desenvolver oficinas e fazer relatórios, Rondon pra mim foi interação, foi andar junto com o povo de Maracanã sem medos e sem amarras, foi conhecer suas realidades, compartilhar suas angústias e suas alegrias, foi conhecer sua cultura, sua música, sua dança. A comunidade respondeu da mesma forma, interagindo comigo nas oficinas, nas redes sociais, nos momentos de "descanso", tenho certeza que, muitas das sementinhas do bem que eu deixei em Maracanã irão ou já estão gerando frutos lindos. Maracanã é um pedacinho de céu pelo qual eu me apaixonei, fiz amigos, conheci pessoas incríveis, curti do início ao fim, e se depender de mim e das pessoas que eu cativei, em breve eu volto!" –Jaqueline Silveira

“Conhecer uma realidade totalmente diferente da que vivenciamos é uma experiência Maravilhosa e o Rondon nos proporcionou isso, poder contribuir um pouco na busca de uma qualidade de vida mais digna e igualitária para a população de Maracanã que nos acolheu e proporcionou momentos valiosos de trocas de saberes e experiência foi simplesmente Fantástico” - Tatiane dos Santos.

“A diversidade cultural é completamente diferente da nossa, mas o que nos encantou foi a acolhida do momento que chegamos até o momento que partimos, uma comunidade hospitaleira a qual nos trouxe vários ensinamentos tanto pessoais como profissionais, que levaremos para o resto de nossas vidas" - Carolina Cardias.